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Hemóvel visita Santo Antonio de Jesus para facilitar doação de sangue

O Hemóvel fica disponível até esta sexta-feira (14) na Praça da Biblioteca, no centro do município. Saiba como fazer sua doação

 As atividades de coleta acontecem das 8h às 17h. | Foto: Elza Fiúza/ABr

As atividades de coleta acontecem das 8h às 17h. | Foto: Elza Fiúza/ABr

Considerada “a capital do Recôncavo”, a cidade de Santo Antonio de Jesus recebe durante toda esta semana o ônibus da Fundação Hemoba. O Hemóvel fica disponível desta terça-feira (11), até esta sexta-feira (14) na Praça da Biblioteca – também conhecida como Praça das Vans – no centro do município. As atividades de coleta acontecem das 8h às 17h.

A ação pretende levar aos munícipes de Santo Antonio de Jesus e região, a oportunidade de ser doador de sangue e medula óssea. Segundo a Organização Mundial da Saúde, para termos estoques satisfatórios é necessário pelo menos 3% da população doando sangue de forma regular. Na Bahia, o percentual é aproximadamente de 1%.

Quem pode doar sangue
Para doar sangue, o voluntário deve estar em boas condições de saúde; pesar 50 quilos ou mais; e ter idade entre 16 e 69 anos – menores de 18 anos devem estar acompanhados por um responsável legal, para cada doação. É necessário estar bem alimentado, tendo, preferencialmente, ingerido alimentos sem gordura, e portar um documento oficial com foto (RG, carteira de trabalho, carteira de motorista ou de reservista) em bom estado de conservação.

Não podem doar sangue mulheres grávidas, em fase de amamentação, ou no período de três meses após o parto; aqueles que tiverem ingerido bebida alcoólica 12 horas antes da doação; que tiverem feito tatuagem ou piercing há menos de 1 ano; e os que tiveram hepatite após os dez anos de idade.

Campanha Nacional de Vacinação contra a Pólio começa neste sábado (8)

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Sábado, 8 de novembro, é o dia D da 35ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite. Neste dia, na Bahia, a meta da Secretaria da Saúde do Estado é vacinar, no mínimo, 95% da população alvo, de forma indiscriminada, ou seja, 918.000 de um total de 965.456 crianças de 6 meses a menores de cinco anos de idade (6 meses a 4 anos 11 meses e 29 dias).

Neste dia, também acontece a Campanha de Seguimento contra o Sarampo e a implantação da vacina tríplice bacteriana – dTpa (acelular) para gestantes e profissionais de saúde que atuam em UTI neonatal e maternidades. A campanha vai abranger todos os 417 municípios e contará com 3.200 salas de vacina.

Este é o 25º ano que o Brasil comemora estar livre do poliovírus. Na Bahia, desde 1989 não acontece nenhum caso da doença. Em 1994, o país recebeu da Organização Mundial de Saúde (OMS), a certificação de área livre de circulação do poliovírus selvagem, juntamente com os demais países das Américas. “Mesmo assim, é fundamental a manutenção de todas as ações de vigilância e das medidas de controle e prevenção, até que aconteça a certificação mundial da erradicação deste agente infeccioso”, explicou Fátima Guirra, coordenadora do Programa Estadual de Imunização.

Campanha, vacina tríplice viral (SRC)
O objetivo é resgatar menores de cinco anos ainda não vacinados e corrigir falha primária da vacinação contra sarampo e da rubéola, visando garantir a manutenção do estado de eliminação do sarampo e rubéola no país. Vacinar no mínimo 860.366 crianças, o que representa 95% da população alvo, ou seja, todos os municípios devem atingir de forma homogênea, este percentual de cobertura, para evitar a manutenção ou formação de bolsões de não vacinados. A vacina é indicada para crianças de 1 a 4 anos, 11 meses e 29 dias.

A Bahia, no período de 24 de fevereiro a junho de 2014 realizou, com indicação da Coordenação Nacional de Imunização a Campanha Indiscriminada com a vacina tríplice viral (SCR) em crianças de 1 ano a menores de 5 anos. Foram incluídos os 16 municípios da 1ª Regional de Saúde e o município de Porto Seguro, na 8ª Diretoria Regional de Saúde. Nestes 17 municípios foram vacinadas 225.507 crianças nesta faixa etária, o que corresponde 93,58%. Destes, oito atingiram a meta de 95% (Candeias, Mata de São João, Pojuca, Salvador, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé, Vera Cruz e Porto Seguro) permitindo a homogeneidade de cobertura igual a 47%. “A vacinação, conjuntamente com as atuais ações de vigilância epidemiológica, diagnóstico, atenção básica e o atendimento de média e alta complexidade possibilitarão, prevenir, controlar e eliminar algumas doenças imunopreveníveis”, finalizou a coordenadora.

Com informações da Secretaria da Saúde

Novembro Azul lembra importância da prevenção do câncer de próstata

A ideia da campanha é desmistificar a doença, que, segundo o INCA, acomete um a cada seis homens no Brasil. Leia mais

Depois do mês dedicado ao combate ao câncer de mama, o Outubro Rosa, quando vários prédios públicos foram iluminados de rosa para chamar atenção sobre a doença, chegou a vez do Novembro Azul, para destacar a importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata. A ideia do Novembro Azul é desmistificar a doença, que, segundo o Instituto Nacional do Câncer, o INCA, acomete um a cada seis homens no Brasil. As estimativas mostram que 69 mil novos casos deverão ser diagnosticados somente em 2014 no país, um a cada 7,6 minutos. E o pior é que cerca de 13 mil brasileiros vão morrer em decorrência da enfermidade, o que significa um óbito a cada 40 minutos. laçoazul

De acordo com o Instituto Lado a Lado pela Vida, depois do aparecimento dos sintomas, mais de 95% dos casos de câncer de próstata já se encontram em fase avançada. Não é possível evitar a doença. Mas pode-se diagnosticá-la precocemente, quando as chances de cura são de cerca de 90%. Daí a importância da realização do exame regular através do toque retal e do PSA.

Os principais fatores de risco para o câncer de próstata são: idade, histórico familiar, raça (maior incidência em negros), alimentação inadequada, sedentarismo e obesidade.

Dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca) mostram que este é o sexto tipo mais comum de câncer no Brasil e o segundo mais frequente em homens, após os tumores de pele. No ano passado, foram identificados mais de 60 mil novos casos da doença.

Considerada uma doença da terceira idade, devido ao fato de três quartos dos casos ocorrerem em homens acima dos 60 anos, o câncer de próstata pode demorar a se manifestar, o que exige exames preventivos constantes para não ser descoberto em estágio avançado e potencialmente fatal.

A doença acontece quando as células da próstata, glândula responsável, juntamente com as vesículas seminais, pela produção do esperma, começam a se multiplicar de forma desordenada. Como forma de prevenção é recomendado que todos os homens, a partir dos 40 anos façam o exame de toque retal. Descoberta na fase inicial, a doença, quando tratada, tem baixa mortalidade.

Ouvidoria Geral participa da campanha Outubro Rosa

Foto: Reinaldo Oliveira/OGE

Fotos: Reinaldo Oliveira/OGE

Durante o mês de outubro, ações em todo o país conscientizam mulheres sobre a importância do diagnóstico precoce. Os servidores da Ouvidoria Geral do Estado da Bahia aderiram à campanha em alusão à passagem do Outubro Rosa, mês da campanha de prevenção ao câncer de mama.

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O movimento popular Outubro Rosa é internacional. Em qualquer lugar do mundo, a cor rosa é compreendida como a união dos povos pela saúde feminina. O rosa simboliza alerta às mulheres para que façam o autoexame e, a partir dos 50 anos, a mamografia, diminuindo os riscos que aparecem nesta faixa.

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Campanha incentiva diagnóstico precoce do câncer de mama

Outubro Rosa: saiba mais detalhes sobre o câncer de mama, a sua prevenção, exames e tratamento. Participe dessa campanha

O câncer de mama é primeira causa de mortes frequentes por câncer em mulheres e a quinta causa de morte por câncer em dados gerais, segundo Organização Mundial da Saúde. Esse tipo de câncer é uma doença causada pela multiplicação anormal das células da mama, que forma um tumor maligno. Quando descoberto no início, o câncer de mama tem cura. É o câncer mais temido pelas mulheres, pois além da alta frequência da doença, os efeitos psicológicos em relação à sexualidade e à imagem pessoal também são pontos que afetam.

Como detectar precocemente
Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), as formas mais eficazes para detecção precoce do câncer de mama são o exame clínico da mama e a mamografia. Para o controle do câncer de mama, é recomendado que as mulheres realizem exames periodicamente, mesmo que não tenham alterações. É necessário que a mulher conheça o próprio corpo e caso veja alguma alteração, já procure atendimento médico, pois o exame das mamas realizado pela própria mulher não substitui o exame físico realizado por profissional de saúde em atendimento hospitalar qualificado para essa atividade. O diagnóstico precoce aumenta a chance de cura do câncer de mama.

O exame clínico das mamas é o procedimento onde o médico ou enfermeiro observa e apalpa as mamas da paciente na busca de nódulos ou outras alterações e deve ser realizado conforme as recomendações técnicas do Consenso para o Controle do Câncer de Mama.

A mamografia é a radiografia da mama que é capaz de mostrar lesões em fase inicial e até muito pequenas (milímetros) e assim, permite a detecção precoce do câncer de mama. Segundo o INCA, o exame é realizado em um aparelho de raio X apropriado, o mamógrafo. Nesse aparelho, a mama é comprimida de forma a fornecer melhores imagens, e, portanto, melhor capacidade de diagnóstico. O desconforto provocado é discreto e suportável.

Outubro Rosa
O mês de outubro é conhecido como Outubro Rosa e é marcado por ações do Ministério da Saúde e de diversos órgãos e entidades que intensificam os esforços pela detecção precoce do câncer de mama. São 31 dias dedicados a reflexões e ações sobre o tema, mostra os avanços já conquistados e também o desafio para vencer o câncer que atinge um grande número de brasileiras por ano.

O Outubro Rosa foi criado no início da década de 90, mesma época em que o símbolo da prevenção ao câncer de mama, o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York (EUA) e, desde então, promovido anualmente em diversos países.

No Brasil, a primeira iniciativa em relação ao Outubro Rosa ocorreu em 02 de outubro de 2002, com uma inusitada intervenção artística. O Obelisco do Ibirapuera, local conhecido em São Paulo e originalmente chamado de monumento mausoléu do Soldado Constitucionalista, recebeu no dia uma iluminação cor-de-rosa. A iniciativa de iluminar o obelisco em homenagem ao Outubro Rosa foi de um grupo de mulheres simpatizantes com a causa do câncer de mama com o apoio de uma empresa europeia de cosméticos. E o governo brasileiro, através do INCA, passou a integrar a mobilização do outubro rosa a partir de 2010.

Dados
O câncer da mama é o que mais acomete as mulheres em todo o mundo. Em 2013, estimaram-se para o Brasil 52.680 casos novos da doença, com uma projeção de risco de 52 casos a cada 100 mil mulheres. Em quatro das cinco regiões brasileiras, o câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres, sem considerar os tumores de pele (não melanoma): Sudeste (69/100 mil), Sul (65/100 mil), Centro-Oeste (48/100 mil) e Nordeste (32/100 mil). Na Região Norte, é o segundo tumor mais incidente (19/100 mil), ficando atrás do câncer do colo do útero (23/100 mil).

Cerca de 70% das mulheres sofrem algum tipo de violência ao longo de sua vida

Em casos de violência é preciso buscar apoio da família e amigos e denunciar o agressor às autoridades. Leia mais

“Eu vejo você como um porco”, era o que Marina*, 32 anos, mais ouvia do marido enquanto ele cuspia em seu rosto. Casada por 12 anos, ela ficou 10 sem ter coragem de se olhar no espelho. O marido a empurrava, gritava com ela, trancava-a dentro de casa por dias, humilhava-a. Estrangeira e de uma família rica, Marina estudava em uma das melhores universidades de seu país. Foi onde conheceu o que viria a ser seu futuro marido. Jovem e apaixonada, ela largou seu país, sua faculdade e toda sua família para se mudar para o Brasil em nome do amor. Amor que a privou de seus direitos como cidadã, de sua voz, de suas escolhas, de seu pensar. “Eu não tinha direito a nada. Até no corte do cabelo dos meus filhos eu não podia opinar”. O seu único sentimento era o de culpa, já que ele sempre a fez acreditar que a forma como ele a tratava era por responsabilidade dela. “Eu sempre achei que ele estava certo e eu queria ser perfeita para ele”. Depois de diversas tentativas de se divorciar, todas frustradas, pois ela sempre acreditava nas promessas do agressor em mudar, ela procurou uma advogada, e foi por ela que Marina descobriu que ela era mais uma vítima de violência doméstica.

Já Regina*, 31 anos, viveu cinco meses de terror. Casada havia seis anos e com dois filhos pequenos, Regina vivia um casamento normal, quando seu marido começou a acusá-la de traição e, por ciúmes, fez de sua vida uma ameaça de morte constante. Com a arma apontada para sua cabeça, Regina ouvia do seu companheiro que ela não morreria assim, tão fácil, que antes ela seria torturada. O plano era alugar uma casa, e lá ele cortaria seus dedos, depois suas mãos… Regina ouvia o plano de sua morte constantemente. O rapaz, que sempre aparentou para os vizinhos, amigos e familiares ser um bom marido e um bom pai, iria fazer tudo escondido, repetindo para ela que nunca ninguém desconfiaria dele. Depois de ser convidada pelo marido para sair só os dois em uma noite, e de ouvir dele que aquela era a hora certa para colocar o seu plano em prática, Regina conseguiu fugir e vencer o medo e a vergonha de contar para sua família e amigos o que ela estava vivendo, e tomou coragem para denunciá-lo. “Para os outros, éramos um casal feliz. Eu sabia que se eu não o denunciasse, ele iria mesmo me matar e nunca ninguém iria desconfiar dele”.

Suzana*, 37 anos, já nem sabe dizer quantas vezes foi espancada pelo marido, com quem foi casada por quatro anos e teve uma filha. Tudo era perfeito nos primeiros dois anos de casamento. Foi quando o marido começou um caso extraconjugal e a obrigava, de forma violenta, a aceitar a situação. A agressão dele piorou no último ano. Nervoso pela cobrança de fidelidade, ele jogava Suzana no chão e pisava nela. Ele a empurrava contra a parede e espancava seu rosto e corpo. “Ele dizia que eu sabia que ele tinha outra mulher e que eu tinha que aceitá-lo assim. Ele começou a desconfiar que eu também o traia, mas a minha vida era minha filha e meu trabalho”. Desconfiado da esposa, ele a acompanhou ao trabalho uma vez. Ao passar de carro por ela, tentou atropelá-la. Como não conseguiu, começou a apedrejá-la no meio da rua. Acuada, ela reconheceu que precisava de ajuda para enfrentar aquela situação e o denunciou.

Casos como o de Marina, Regina e Suzana acontecem com frequência no mundo inteiro. E muitas mulheres sequer sabem que estão sendo vítimas de um crime, já que violência contra a mulher assume muitas formas – física, psicológica, sexual, entre outras.

Dados da Organização das Nações Unidas (ONU) de 2011 indicam que mais de 70% das mulheres em todo o mundo sofrem algum tipo de violência de gênero ao longo da vida. A estimativa é que uma em cada cinco mulheres seja vítima de estupro ou de tentativa de estupro. Mulheres com idade entre 15 e 44 anos apresentam maior risco de sofrer violência sexual e doméstica do que de serem vítimas de câncer, acidentes de carro ou malária, por exemplo.

De acordo com dados da pesquisa do Sistema de Informação de Agravos de Notificação do Ministério da Saúde, de 2011, publicada no Mapa da Violência 2012 – Homicídios de Mulheres, no Brasil, a violência física contra a mulher é a preponderante, englobando 44,2% dos casos. A psicológica ou moral representa acima de 20%. Já a violência sexual, 12,2%.

Nessas horas, elas precisam buscar apoio da família e amigos e denunciar o agressor. E para conscientizar toda a sociedade que a violência contra a mulher existe e é crime, e incentivar a vítima a denunciar seu agressor, o governo federal tem desenvolvido diversas campanhas abordando o tema.

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Com informações do Portal Brasil

Sesab recomenda que as pessoas se vacinem contra a Influenza

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Termina nesta sexta-feira (9), a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. A campanha, que começou no dia 22 de abril, vacinou até agora 796.511 pessoas, dando um percentual de cobertura de apenas 27,19. A coordenadora do Programa Estadual de Imunização da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), Fátima Guirra, alerta para a baixa procura pela vacina. “Sabemos que o feriado longo ocasionou a baixa procura pela vacina nos postos municipais de vacinação, mas alertamos para a importância de se imunizar contra a influenza”, explicou Guirra.

Além da campanha para vacinação contra a gripe, também estão em vigor a vacinação de rotina contra o HPV (Papiloma Vírus Humano), para meninas de 11 a 13 anos; vacinação com a Tríplice Viral, em 17 municípios das 1ª e 8ª Diretoria Regional de Saúde, Salvador (mais 16 municípios) e Porto Seguro, respectivamente, e também a vacinação contra o sarampo.

O inverno está chegando, vamos vacinar contra a gripe
Na Bahia, a Sesab informa que o público alvo a ser vacinado contra a influenza é de 2,3 milhões, formado por idosos, crianças de seis meses a menos de cinco anos, trabalhadores da saúde, gestantes, puérperas e indígenas. A novidade deste ano é que o Ministério da Saúde ampliou a faixa etária para crianças de seis meses a menos de cinco anos. No ano passado, o público infantil vacinado foi de seis meses a menores de dois anos.

No estado, devem tomar a vacina 322.626 crianças; 300.460 trabalhadores da saúde; 161.320 gestantes; 26.508 puérperas; 29.220 indígenas e 1.463.931 idosos. Além disso, as pessoas com doenças crônicas devem apresentar prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) devem se dirigir aos postos em que estão registrados para receber a vacina, sem a necessidade de prescrição médica.

Quase 80% das meninas estão vacinadas contra o HPV
A vacinação contra o HPV começou em 10 de março. Dados do Programa Nacional de Vacinação (http://pni.datasus.gov.br) até o dia 5 de maio, mostram que 405 Secretarias Municipais de Saúde alimentaram esta fonte de informação, e que 301.575 meninas de 11 a 13 anos foram vacinadas, representando 79,46% de 379.528 meninas nesta faixa etária, a serem imunizadas. “Estamos bem próximos de 80%, que é a meta esperada na primeira e segunda doses, apesar de trabalharmos para vacinar 100% dessa faixa etária”, afirmou Fátima Guirra.

A coordenadora lembra ainda que a vacina HPV quadrivalente foi introduzida no Calendário Nacional de Vacinação como rotina. Portanto, meninas de 10 a 13 anos que por alguma razão não foram vacinadas, devem procurar a Unidade Básica de Saúde para iniciar e ou atualizar a caderneta de saúde do adolescente ou cartão de vacina e ou cartão do vacinado. A vacina contra o HPV continua em todos os 417 municípios baianos.

Vamos reforçar a vacina contra o sarampo
Desde o dia 22 de fevereiro, por conta da situação epidemiológica do sarampo no país, em 17 municípios do Estado da Bahia foi iniciada a vacinação indiscriminada contra o sarampo. A população prevista para esta ação é de 240.989 crianças entre 6 meses e 4 anos de idade. Destes, 173.375 já receberam a vacina tríplice viral, o que representa 71,94% da cobertura vacinal.

Todos os pais que ainda não levaram, por alguma razão, a crianças entre 6 meses a 4 anos de idade para receber esta dose indiscriminada com a vacina tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba), devem procurar um posto ou sala de vacina dos municípios: Camaçari, Candeias, Conde, Dias D’Ávila, Itaparica, Lauro de Freitas, Madre de Deus, Mata de São João, Pojuca, Salvador, Santo Amaro, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé, Saubara, Simões Filho e Vera Cruz (1ª Dires) e Porto Seguro (8a Dires).

Com informações da Sesab

Vacinação contra a gripe continua em todo o país

Mais de 49 milhões de pessoas devem ser vacinadas na campanha deste ano no Brasil. Confira quem deve ser vacinado

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe na rede pública de saúde continua até o dia 9 de maio. Cerca de 49,6 milhões de pessoas, do público prioritário, podem se vacinar contra a doença no Sistema Único de Saúde (SUS). Neste ano, também serão protegidas crianças com até cinco anos incompletos.

Durante a campanha, que acontece até o dia 9 de maio, serão vacinadas crianças de seis meses a menores de cinco anos; pessoas com 60 anos ou mais; trabalhadores de saúde; povos indígenas; gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto); população privada de liberdade; funcionários do sistema prisional e pessoas portadoras de doenças crônicas não-transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais. A meta do Ministério da Saúde é imunizar 80% de cada grupo prioritário, com exceção dos doentes crônicos.

Para realizar a mobilização, o Ministério da Saúde disponibilizou às secretarias estaduais de saúde 53,5 milhões de doses da vacina, que protege contra os três subtipos do vírus da gripe recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para este ano (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B). A campanha conta com a participação de cerca de 240 mil pessoas e utilização de mais de 27 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais.

Segurança
A vacina é ofertada a grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias, conforme recomendação da OMS. Ela é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença, internações ou, até mesmo, óbitos. Após a aplicação da vacina, podem ocorrer, de forma rara, dor no local da injeção, eritema e induração. São manifestações consideradas benignas, cujos efeitos passam, na maioria das vezes, em 48 horas. A vacina é contraindicada para pessoas com história de reação anafilática prévia em doses anteriores ou para pessoas que tenham alergia grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados.

A campanha de vacinação é realizada no período que antecede o inverno porque a criação de anticorpos ocorre entre duas e três semanas após a aplicação da dose. O período de maior circulação da gripe é de final de maio a agosto. As pessoas com doenças crônicas devem apresentar prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do SUS deverão se dirigir aos postos em que estão registrados, sem a necessidade de prescrição médica.

Medidas de prevenção
A vacinação contra gripe é uma importante ação de prevenção da gripe, mas não dispensa medidas básicas de proteção. São cuidados simples, como lavar as mãos várias vezes ao dia, cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar, evitar tocar o rosto e não compartilhar objetos de uso pessoal.

A transmissão da gripe acontece por meio do contato com secreções das vias respiratórias, eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar. Também ocorre por meio das mãos e objetos contaminados, quando entram em contato com mucosas (boca, olhos, nariz).

Em caso de síndrome gripal, deve-se procurar um serviço de saúde o mais rápido possível. Também é importante lembrar que, mesmo pessoas vacinadas, ao apresentarem os sintomas da gripe – especialmente as integrantes de grupos mais vulneráveis às complicações – devem procurar, imediatamente, o médico. Os sintomas da gripe são: febre, tosse ou dor na garganta, além de outros, como dor de cabeça, dor muscular e nas articulações. Já o agravamento pode ser identificado por falta de ar, febre por mais de três dias, piora de sintomas gastrointestinais, dor muscular intensa e prostração.

Com informações do Ministério da Saúde

Vacinação contra gripe começa nesta terça (22) e inclui maior número de crianças

A campanha continua até 9 de maio e a meta do governo é vacinar pelo menos 80% do público alvo. Leia mais

Com a nova regra, crianças de 6 meses a menos de 5 anos poderão ser vacinadas | Foto: Wilson Dias/ AB

Com a nova regra, crianças de 6 meses a menos de 5 anos poderão ser vacinadas | Foto: Wilson Dias/ AB

Começa nesta terça-feira (22) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. Este ano, a imunização deve atingir mais crianças do que em anos anteriores, já que a faixa etária definida pelo Ministério da Saúde foi ampliada. Com a nova regra, crianças de 6 meses a menos de 5 anos poderão ser vacinadas. No ano passado, apenas crianças com até 2 anos podiam receber a vacina.

Representantes do governo acreditam que a ampliação dessa faixa etária vai beneficiar tanto as crianças quanto outros grupos vulneráveis, como menores de 6 meses de idade que ainda são amamentados, idosos e pessoas com doenças crônicas.

A campanha continua até 9 de maio e a meta do governo é vacinar pelo menos 80% do público, que representa 49,6 milhões de crianças. A vacina também será disponibilizada para grupos considerados mais vulneráveis à gripe, como as pessoas com 60 anos ou mais, trabalhadores da saúde, povos indígenas, gestantes, mães até 45 dias após o parto, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

O Ministério da Saúde ainda incluiu pessoas que têm doenças crônicas não transmissíveis ou que estão em condições clínicas especiais, mas não definiu uma meta a ser atingida nesses casos. Essas pessoas terão que apresentar prescrição médica no ato da vacinação

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), e o governo brasileiro se baseia em estudos que apontam que a vacinação pode reduzir entre 32% e 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.

De acordo com o ministério, serão distribuídos 53,5 milhões de doses da vacina, capazes de proteger pessoa de três subtipos do vírus da gripe (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B). O material será distribuído para 65 mil postos de vacinação e 240 mil pessoas estarão envolvidas na imunização.

Para os locais de mais difícil acesso, o governo anunciou que vai disponibilizar 27 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais.

O tema deste ano será Vacinação contra a Gripe: Você Não Pode Faltar, e a campanha será veiculada na TV, no rádio, na mídia impressa e internet, com custo total de R$ 14 milhões.

Com informações da Agência Brasil

Campanha de vacinação contra gripe começa em 22 de abril

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, apresentou nesta quarta-feira (2), em Brasília (DF), a campanha nacional de vacinação contra a gripe, que terá como tema “Vacinação contra a gripe: você não pode faltar”. A mobilização será realizada de 22 de abril a 9 de maio, em parceria com as secretarias estaduais e municipais de saúde de todo o País.


A novidade deste ano é a ampliação da faixa etária para crianças de seis meses a menores de cinco anos. No ano passado, o público infantil foi de seis meses a menores de dois anos. “A extensão da faixa etária para os menores de cinco anos tem como finalidade reduzir casos graves e óbitos”, ressaltou o ministro da Saúde. Segundo o ministro, a vacinação desta faixa etária beneficia tanto a criança que recebe a vacina, como também os grupos mais vulneráveis que convivem com ela.

O público-alvo também engloba idosos, indígenas, presidiários, pacientes com comorbidades, mediante indicação médica, e profissionais que trabalham nas unidades que oferecem a vacina. A vacina combate a gripe comum e também o vírus influenza A (H1N1), a gripe suína.

A meta é imunizar, até o fim do ano, quase 50 milhões de pessoas, 27% a mais que em 2013.

Doses
Serão distribuídas 53,5 milhões de doses da vacina, que protege contra os três subtipos do vírus da gripe determinados pela OMS para este ano (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B). Em todo o País, serão 65 mil postos de vacinação, com envolvimento de 240 mil pessoas. Também estarão disponíveis para a mobilização 27 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais.

Reações adversas
Após a aplicação da vacina, podem ocorrer, de forma rara, dor no local da injeção, eritema e induração. São manifestações consideradas benignas, cujos efeitos passam, na maioria das vezes, em 48 horas. A vacina é contraindicada para pessoas com história de reação anafilática prévia em doses anteriores ou para pessoas que tenham alergia grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados.

Produção nacional
As doses da vacina contra a gripe foram adquiridas por meio da Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) entre o Instituto Butantan e o laboratório privado Sanofi. O acordo, intermediado pelo Ministério da Saúde, permitiu que Instituto Butantan dominasse todas as etapas de produção da vacina.

Cuidados para evitar contaminação
O ministro lembrou ainda que, apesar das diferenças climáticas no País, as recomendações para prevenção da gripe são mesmas para todas as regiões. “É importante manter os hábitos saudáveis de higiene, como lavar as mãos sempre e manter os ambientes arejados”, aconselhou. Ele explicou ainda que o Ministério da Saúde, em conjunto com as secretarias estaduais e municipais de saúde, está preparando a rede e as equipes de saúde para o atendimento dos pacientes com gripe. Esta preparação também inclui a realização de diagnósticos e abastecimento dos estados e municípios com antivirais. “Todo o recurso que investimos em prevenção, retorna à sociedade, seja na melhoria da qualidade de vida da população ou pela diminuição dos casos graves e óbitos”, afirmou Chioro.

— Higienize as mãos com água e sabonete ou álcool em gel antes das refeições, antes de tocar os olhos, boca e nariz, e após tossir, espirrar ou usar o banheiro.
— Mantenha os ambientes ventilados.
— Evite tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies.
— Proteja com lenços (preferencialmente descartáveis) a boca e nariz ao tossir ou espirrar, para evitar disseminação de gotículas das secreções. Se não tiver lenços, proteja o rosto junto à dobra do cotovelo ao tossir ou espirrar.
— Pessoas gripadas devem evitar o contato com outras pessoas suscetíveis.
— Se estiver gripado, evite aglomerações e ambientes fechados.
— Não compartilhe alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal.
— Pessoas com suspeita ou confirmação de gripe devem ficar em repouso, ter uma alimentação balanceada e aumentar a ingestão de líquidos.

Com informações do Portal Brasil